terça-feira, 28 de junho de 2011

Poema "A Minha Aldeia"

 
        A minha aldeia
Antônio Gedeão
        Minha aldeia é todo o mundo.
        Todo o mundo me pertence.
        Aqui me encontro e confundo
        com gente de todo o mundo
        que a todo o mundo pertence.
        Bate o sol na minha aldeia
        com várias inclinações.
        Angulo novo, nova ideia;
        outros graus, outras razões.
        Que os homens da minha aldeia
        são centenas de milhões.
        Os homens da minha aldeia
        divergem por natureza.
        O mesmo sonho os separa,
        a mesma fria certeza
        os afasta e desampara,
        rumorejante seara
        onde se odeia em beleza.
        Os homens da minha aldeia
        formigam raivosamente
        com os pés colados ao chão.
        Nessa prisão permanente
        cada qual é seu irmão.
        Valência de fora e dentro
        ligam tudo ao mesmo centro
        numa inquebrável cadeia.
        Longas raízes que imergem,
        todos os homens convergem
        no centro da minha aldeia.


        -Dentro de todo o Universo, a Terra é de facto uma aldeia e cada um de nós não é mais do que uma formiga.
        Cada ser é único na sua maneira de sentir, ver e estar no Universo.
        Mas no fundo somos todos iguais na mesma aldeia.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

As cegonhas pousaram por aqui e a Quarta-Feira tem um Novo Descendente

Ontem dia 14 de Junho de 2011 às 20 horas, no hospital da Covilhã nasceu mais um descendente da Quarta-Feira,  de nome Gabriel Monteiro. É filho de Marisa Martins e de Ivo Monteiro, neto de Deolinda Gonçalves e de Horácio Martins, bisneto de Hortência Maria e de José Amândio Gonçalves.

Parabéns e felicidades para os pais e bebé

terça-feira, 14 de junho de 2011

Vergonha Nacional ( clik no link )

http://www.youtube.com/watch?v=UrE3w6VHgBc

O Verão está a chegar à Quarta-Feira

O mês de Junho já vai a meio, o verão está quase a chegar e com ele chega também o calor, o bom tempo, os Santos Populares, as sardinhadas, as festas, a época balnear e muito mais.
Na Quarta-Feira, é certo e sabido que qualquer estação é bela e tem os seus encantos próprios, mas o Verão é sem dúvida uma época especial para esta terra, uma vez que com o regresso de muitos dos seus filhos ganha uma vida nova, que tal como uma lufada de ar fresco em dias de calor sabe bem a quem a sente.
Durante o Verão a Quarta-Feira ganha um ritmo e um estilo de vida próprio, pois os trabalhos agrícolas próprios desta altura do ano fazem com que os campos tenham mais vida, seja pela necessidade de rega, pela apanha da batata, pela ceifa do feno ou qualquer outra actividade.
Além das actividades agrícolas, durante o Verão, a Quarta-Feira também é marcada pelos Dias Da Lua que consistem numa semana repleta de actividades culturais com eventos de vária ordem, desde escultura, pintura, música, teatro, jogos, etc. São pois um conjunto de actividades de entretenimento que unem os Quartafeirenses, dão vida e nome à nossa aldeia ao mesmo tempo que constituem uma imagem de marca.
Por tudo isto, ser Quartefeirense é um “estatuto” que deve honrar qualquer cidadão desta localidade.
O verão na Quarta-Feira é tranquilidade, descanso, libertação, pureza… enfim é algo indescritível por palavras, que só quem lá vive ou lá vai consegue verdadeiramente sentir.

domingo, 5 de junho de 2011

O Povo da Quarta-Feira votou e decidiu assim:

PSD           30

PS              24

CDS           02

PCPT / MRPP    01

PCP / PEV         01


BRANCOS        02

NULOS             03

terça-feira, 24 de maio de 2011

Parque de merendas "O Bufo"


Com a chegada do calor e do bom tempo e a existência de uma paisagem aprazível como são os horizontes Quartafeirenses, convidam a umas caminhadas campestres.

Na Quarta-Feira, para além das paisagens há também um fantástico parque de merendas denominado “O Bufo”, que é um espaço verde arborizado com mesas, bancos e locais próprios para umas belas churrascadas.


Este é pois um espaço que fomenta os piqueniques em família ou com amigos, por isso aqui fica a proposta, “vá pra fora cá dentro” e passe neste local, um dia relaxante em pleno contacto com a natureza desta aldeia tão acolhedora, tão bela e tão encantadora.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Um "rapaz" com 60 anos

Ingino Neves é um Quartafeirense que ao longo da vida já teve várias profissões.
Ainda cedo foi mineiro e nas Minas da Bica teve o primeiro contacto com o mundo do trabalho.
Mais tarde foi agricultor, tratando das terras de forma a garantir o sustento da família que foi crescendo e ultimamente tem sido funcionário de café sempre pronto a servir chá, café, vinho tinto ou branco de forma a tratar da sede de qualquer Quartafeirense que apareça.
Ao mesmo tempo que se ocupa do café vai também tratando do seu rebanho que vai pastando por entre os prados e as encostas verdejantes da Quarta-Feira.

Esta imagem revela bem o quão as ovelhas estão bem tratadas, pois são todas bem formosas e a sua lã também parece ser de boa qualidade.

É uma verdade que este homem não traja com o rigor dos pastores de outros tempos, pois não usa manta nem cajado mas se repararem na cintura rapidamente verão que este é um pastor da actualidade e que tem isso sim, um telemóvel de última geração capaz de dar resposta a qualquer eventualidade.
E como é sabido as suas ocupações não ficam por aqui, pois para animar festas e arraiais com fogo de artifício, foguetes e bombas só Ingino Neves e nada mais.

domingo, 15 de maio de 2011

A Casa de Todos os Quartafeirenses

Esta é uma casinha pequenina e modesta localizada na rua da Cascalheira na Quinta Nova da Quarta-Feira.
É uma casa pequena em tamanho mas grande no número de proprietários, pois esta é a Casa do Povo onde todos os Quartafeirenses têm um pedaço.

Ao contrário da sua dimensão, a sua história é grande, pois desde que foi edificada, esta casa foi somando pequenas passagens de vida que provavelmente já poderiam ser motivo de uma espécie de filme com um título parecido com “As Peripécias da Casa do Povo”.
Esta casinha já foi muitas vezes lugar de borga e de convívio da rapaziada da Quarta-Feira, já foi também residência de várias professoras que deram aulas nesta aldeia, mais tarde e durante algum tempo foi uma espécie de centro de diversão das tardes domingueiras, onde ao som de um leitor de cassetes, rapazes e raparigas se divertiam e até quem sabe se não foi lá que começaram alguns namoricos.
Nos dias de hoje esta casa já não tem nenhuma destas utilidades de outros tempos, no entanto é lá que os Quartafeirenses exercem o seu direito de voto quando a isso são chamados.
Pela sua história, por ser um edifício público e para eventuais necessidades esta casa já merecia uma requalificação, de forma a fazer deste cantinho um lugar do passado com condições do futuro.
De certeza que não seria difícil ligar novamente a electricidade, ligar a água e fazer pequenas obras que sem muito trabalho e muitas despesas dariam um ar de graça a este edifício que é do povo da Quarta-Feira.
Assim sendo, aqui fica o repto a quem de direito, que tome a iniciativa e não deixe degradar “ a coisa pública”, pois de certeza que este povo agradece e vai ficar muito satisfeito.

terça-feira, 10 de maio de 2011

O Ti Zé Marques “ O semeador de boa disposição”

A história faz-se de factos e acontecimentos do passado e a amizade e a boa conduta faz-se do dia a dia, das boas relações e de muito mais.
A boa disposição e o estilo de pessoa do Ti Zé Marques fazem deste homem um ser humano muito genuíno, tranquilo e sempre despreocupado com os obstáculos da vida.

O Ti Zé Marques foi um homem que cedo se fez à vida e partiu para França à procura de uma vida melhor, à semelhança de muitos outros que com o mesmo objectivo um dia partiram e por lá foram ficando.
O Ti Zé Marques foi então um emigrante que trabalhou em França, reformou-se e regressou à sua terra natal onde, juntamente com a sua esposa, vive e tem uma vida feliz e tranquila.
Há já alguns anos que deixou França mas mantém ainda algum sotaque próprio da língua francesa que é fruto de um longo período de tempo a ter de se exprimir em francês.

O Ti Zé Marques é um homem cujos hábitos são bem conhecidos de todos os Quartafeirenses, pois não dispensa uma bela cartada sempre que tem parceiros para jogar, o que nem sempre é fácil de conseguir, também mantém o gosto em fumar o seu cigarrinho, mas primeiro tem que lhe partir o filtro, gosta de ir tomar café e beber um digestivo e claro que ainda não perdeu a esperança de ganhar o Euromilhões ou o Totoloto, pois a cada semana faz as suas apostas na tentativa que a sorte lhe bata à porta.
O Ti Zé Marques só vai ao café ao Sábado à tarde e nas tardes de Domingo, mas quando vai puxa pela nota e tanto paga um copo a um como a sete ou oito, pois os que têm a sorte de estar presentes têm sempre o cafezinho pago.

Por tudo isto o Ti Zé Marques é um cidadão Quartafeirense muito estimado por toda a população, assim como a Ti Germina que também tem um bom coração, pelo que constituem um casal que merecem fazer parte desta pequena comunicação social que aproxima os Quartafeirenses “espalhados” pelos quatro cantos do mundo.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Horizontes da Quarta-Feira


De norte a sul de Portugal não devem ser muitas as localiades que têm o previlégio de ter no horizonte a mais bela, famosa e encantadora montanha que é a Serra da Estrela. A Quarta-Feira tem então este horizonte que a natureza lhe ofereceu e que constitui uma maravilha única e sem igual.