segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
O que diz a imprensa sobre a emigração: "Emigrantes criticam o custo de vida em Portugal" -
Emigrantes não sabem como se consegue viver cá
Já Vítor adora vir a Portugal. Mas também não pensa voltar para cá em definitivo. “Não. É lá que trabalho, ganho bem, tenho uma vida boa e cá, da maneira que isto está…. De certeza que não volto. Venho cá em Agosto ver a malta”.
Francisco está radicado na Suíça. Também já se reformou, tem dois filhos lá, que já estão “bem empregados” e por isso, vai também manter-se por lá, apesar de ter algum património na sua aldeia, no concelho da Covilhã. “Tenho uma casa e um apartamento. A casa é para mim, quando cá venho no Verão. E o apartamento foi uma maneira de empregar algum dinheiro que lá ganhei. Está alugada” afirma. Aos 67 anos, ainda equaciona a hipótese de um dia “vir de todo” mas “só quando já for mesmo velhinho. Antes não” assegura.
“A vida cá é muito cara”
Já Mário Batista, 63 anos, natural da Erada, concelho da Covilhã, ainda tem ideia de regressar, um dia, à sua terra natal. “Penso em voltar, um dia a Portugal. Mas só quando já for muito cansativo andar a fazer viagens de França para cá “ assegura.
Muito comunicativo, Mário explica-nos como começou a sua aventura por terras gaulesas. “Fui de assalto, em 1967. Andei nove horas para lá chegar. Era muito difícil, passei vários obstáculos. Tinha apenas 18 anos, nunca tinha saído de casa sozinho, fui para junto de gente que não conhecia, uma língua estrangeira, mas só lá estive dois meses sem trabalhar. A 1 de Abril desse ano comecei a trabalhar numa empresa à qual estive sempre ligado e posso dizer que nunca conheci o desemprego” assegura. Mário foi funcionário de uma empresa de construção civil, que se dedicava a obras públicas, na qual esteve até Abril deste ano. Agora está já reformado. “Cheguei a ser o encarregado geral” afirma, orgulhoso. Todos os anos regressa à Erada, no Verão. “Agora tenho mais tempo, é possível que venha mais vezes” afirma. A sua estada em França, na zona de Paris, apenas foi interrompida em 1970, quando teve que regressar para efectuar o serviço militar. “Fui para o Ultramar. Andei 24 meses na Guiné. Foi nessa altura que conheci a minha esposa” afirma. Do casamento, com uma jovem de Cortes do Meio, nasceram dois filhos, um rapaz e uma rapariga, que apesar de terem nascido em França, também eles vêm todos os anos à Erada. “Sim, costumam vir. Mas a vida deles é lá” afirma Mário.
Sobre o País que cá encontrou, Mário diz que vê muita gente, em centros comerciais, “mas só a ver. Comprar, nem por isso. Não se pode. A vida cá é muito cara. Não sei como é que as pessoas conseguem aqui viver. É preciso mesmo muita ginástica”
Andam aí, um pouco por todo lado. Facilmente reconhecidos, com as t’shirts Nike ou Adidas, a camisola do Cristiano Ronaldo ou chapéu na cabeça, ostentando carros topo de gama, com música em altos sons, e com a bandeira nacional estampada nos vidros. Falamos dos emigrantes, que neste mês de Agosto, que está a chegar ao fim, deram vida a muitas vilas e aldeias da Beira Interior, algumas delas desertificadas É o chamado “Querido mês de Agosto”, já imortalizado em filme, que faz com que, nesta época do ano, em algumas terras duplique a população. Mas só mesmo nesta altura, porque de futuro, muitos dizem não querer voltar.
É o caso de Maria José. Aos 58 anos, e à beira de se reformar, já não pensa num regresso a casa, no concelho da Covilhã. Casada, com um filho, já tem dois netos e, afirma “a minha casa é lá, não é aqui. Aqui não tenho nada”. Já chegou a ter. Construiu uma moradia que, passados alguns anos, acabou por vender, já que, para passar uns dias de férias, no Verão, “ a casa da minha mãe basta”. A opção foi realizar dinheiro para, sim, fazer uma casa no sul de França. “É por lá que acabarei os últimos dias da minha vida. Tenho lá o filho, os netos, e eles nunca de lá virão, apesar de também virem cá passar uns dias de férias”. Até porque não vê vantagens algumas num regresso. “Então, cá é tudo tão caro…. Impostos, luz, água, as mercearias, os carros, fogo, sei lá. Pelo que vejo, lá vivemos melhor. Ganhamos mais e o custo de vida não é tão grande”. O filho ainda fala português, embora esteja casado com uma cidadã francesa. Já os netos, não falam, mas percebem tudo. “É sempre bom que pelo menos percebam a nossa língua. Em casa vamos falando para eles também aprenderem” frisa.Já Vítor adora vir a Portugal. Mas também não pensa voltar para cá em definitivo. “Não. É lá que trabalho, ganho bem, tenho uma vida boa e cá, da maneira que isto está…. De certeza que não volto. Venho cá em Agosto ver a malta”.
Francisco está radicado na Suíça. Também já se reformou, tem dois filhos lá, que já estão “bem empregados” e por isso, vai também manter-se por lá, apesar de ter algum património na sua aldeia, no concelho da Covilhã. “Tenho uma casa e um apartamento. A casa é para mim, quando cá venho no Verão. E o apartamento foi uma maneira de empregar algum dinheiro que lá ganhei. Está alugada” afirma. Aos 67 anos, ainda equaciona a hipótese de um dia “vir de todo” mas “só quando já for mesmo velhinho. Antes não” assegura.
“A vida cá é muito cara”
Já Mário Batista, 63 anos, natural da Erada, concelho da Covilhã, ainda tem ideia de regressar, um dia, à sua terra natal. “Penso em voltar, um dia a Portugal. Mas só quando já for muito cansativo andar a fazer viagens de França para cá “ assegura.
Muito comunicativo, Mário explica-nos como começou a sua aventura por terras gaulesas. “Fui de assalto, em 1967. Andei nove horas para lá chegar. Era muito difícil, passei vários obstáculos. Tinha apenas 18 anos, nunca tinha saído de casa sozinho, fui para junto de gente que não conhecia, uma língua estrangeira, mas só lá estive dois meses sem trabalhar. A 1 de Abril desse ano comecei a trabalhar numa empresa à qual estive sempre ligado e posso dizer que nunca conheci o desemprego” assegura. Mário foi funcionário de uma empresa de construção civil, que se dedicava a obras públicas, na qual esteve até Abril deste ano. Agora está já reformado. “Cheguei a ser o encarregado geral” afirma, orgulhoso. Todos os anos regressa à Erada, no Verão. “Agora tenho mais tempo, é possível que venha mais vezes” afirma. A sua estada em França, na zona de Paris, apenas foi interrompida em 1970, quando teve que regressar para efectuar o serviço militar. “Fui para o Ultramar. Andei 24 meses na Guiné. Foi nessa altura que conheci a minha esposa” afirma. Do casamento, com uma jovem de Cortes do Meio, nasceram dois filhos, um rapaz e uma rapariga, que apesar de terem nascido em França, também eles vêm todos os anos à Erada. “Sim, costumam vir. Mas a vida deles é lá” afirma Mário.
Sobre o País que cá encontrou, Mário diz que vê muita gente, em centros comerciais, “mas só a ver. Comprar, nem por isso. Não se pode. A vida cá é muito cara. Não sei como é que as pessoas conseguem aqui viver. É preciso mesmo muita ginástica”
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Festa de Nossa Senhora do Desterro 2013
A festa de Nossa Senhora do Desterro no próximo ano será nos dias 10,11 e 12 de Agosto. No sábado a procissão de velas será às 20 horas e no domingo a missa que será seguida de procissão será às 15:30.
Ainda faltam uns dias para a festa mas assim os Quartafeirenses já podem marcar férias de forma a estarem prensentes neste evento que, na nossa aldeia, só acontece de três em três anos e que é sempre um bom motivo para o reencontro e para o reviver de emoções que faz tão bem aos nossos corações...
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Faleceu a Senhora Olívia Lourenço Leal
Hoje dia 20 de Agosto faleceu a Srª Olívia Lourenço Leal de 76 anos de idade. Paz à sua alma.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Balanço Final dos Dias da Lua
Agosto já vai a meio e os Dias da Lua já terminaram. Assim
tem sido e que assim continue a ser, pois os Dias da Lua na nossa aldeia são já
um evento de referência que cada vez mais suscita interesse de moradores,
emigrantes e de todos aqueles que por qualquer motivo têm alguma afinidade com
a Quarta-Feira.
À semelhança de outros anos, houve atividades variadas, tais
como pintura, escultura, acampamento no parque de merendas e outras, mas além
destas atividades, este ano houve algo de diferente que foi o intercâmbio
cultural entre a Quarta-Feira e Sortelha, o que foi sem dúvida positivo e
benéfico para ambas as aldeias, pois a nossa Quarta-Feira levou a Sortelha o
teatro e a escultura e Sortelha retribuiu com um espetáculo do seu rancho folclórico
que o “nosso povo” tanto aprecia uma vez que reflete uma forma de vida do
passado, do presente e que a história se irá encarregar de transportar para o
futuro.
Este intercâmbio foi bem salutar, pois para além do ambiente e
da vida que imprimiu a estas duas aldeias contribuiu também para esbater uma
velha rivalidade que vem de tempos muito remotos e que de geração em geração
foi passando mas que não tem, em boa verdade, qualquer fundamento, pelo que não
faz sentido continuar a alimentar tão ancestrais divergências que jamais em
tempo algum deviam ter existido.
Os Dias da Lua 2012 permitiram também o reencontro de velhos
amigos, pois este ano o jantar convívio no Largo da Escola foi também um
verdadeiro sucesso em que o porco no espeto foi o prato principal e as
deliciosas sobremesas eram mais que muitas.
Mais uma vez ficou provado que o povo da Quarta-Feira é único
, é acolhedor, tem tradições e quando se junta é como que uma família que se reúne
em que a casa é a Quarta-Feira e os filhos são o povo que unido já mais será
vencido.
domingo, 12 de agosto de 2012
Peditório para a festa de 2013
Hoje deia 12 de Agosto foi feito o peditório para a festa de
Nossa Senhora do Desterro de 2013. Os mordomos já levavam o saco "meio cheio". Esperemos que a festa seja um sucesso...
Casamento de Quartafeirense
Ontem dia 11 de Agosto casou-se em Sortelha Eden e Raul, ela é filha de Jesuino Morgado e Gracelina, neta de José António e Vitorina Maria. A cerimónia decorreu à boa maneira portuguesa, com requinte em todos os aspetos.
Que a vida lhes traga as maiores felicidades e que Deus lhes conceda muitos anos de vida.
Parabéns.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Vá para fora cá dentro
Apesar de ser já muito batido, o slogan “ vá para fora cá
dentro” faz agora, mais do que nunca, todo o sentido, sobretudo nesta época
difícil em que os combustíveis sobem, os ordenados descem, as despesas aumentam
e as receitas familiares não esticam.
Na nossa Quarta-Feira, o “vá para fora cá dentro” tem uma
certa aplicação, pois quer seja na Quinta Velha, na Quinta Nova, nos Pessegueiros
ou na Cascalheira, várias são as opções para umas férias divertidas e ao mesmo
tempo relaxantes sem ter de se sair dos limites desta terra que a cada um de nós
oferece o ar que respiramos, a água que bebemos e a pacatez que tanto
apreciamos.
Quer escolhamos a sombra do parque de merendas, o café ou o
Centro de Convívio ou até o terraço ou a varanda da nossa casa são sempre uma
forma de descanso e de aproveitar o melhor que esta aldeia nos oferece que é a
tranquilidade aleada a uma paisagem admirável que cada vez mais encanta quem cá
passa por acaso ou por acaso faz por cá passar.
domingo, 29 de julho de 2012
A cegonha voltou à nossa aldeia e trouxe mais uma descendente
No passado dia 23 de Julho de 2012 nasceu na Guarda a menina Ariana Beatriz Guerra Gonçalves, filha de Firmino Gonçalves e de Elsa Guerra, neta de José Gonçalves e Joaquina Gonçalves e de Aniceto Guerra e Isabel Lopes. Parabéns e felicidades aos pais e avós.
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Pagamento da Côngrua Paroquial
Durante todo o mês de Agosto estará a pagamento a Côngrua Paroquial relativa ao ano de 2012. Quem quiser pagar deverá entregar o que entender a Antero Costa.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Mês de Agosto " O Desejado " está a chegar
Agosto que é
Agosto tem brincadeiras, tradições e temperaturas próprias. Este é o mês das
férias e dos emigrantes. Há quem lhe chame “Meu Querido Mês de Agosto” porque
nesta altura do ano matam-se saudades, fazem-se festas e as aldeias enchem-se
de vida com os que cá estão habitualmente e com aqueles que aqui nasceram mas que
foram trabalhar para “outras bandas”.
Aqui na
Quarta-Feira a animação está a começar, pois alguns emigrantes já cá estão e
outros vêm a caminho com saudades na bagagem, ansiosos por chegar e recordar as
sensações de uma infância que a sua memória teima em não apagar. A todos um bom
mês de Agosto…
quarta-feira, 25 de julho de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
“DIAS DA LUA” 2012
Organização:
Grupo
de teatro “Guardiões da Lua”, Centro de
convívio cultural e desportivo de Quarta-Feira
Data do evento: 10-08-2012
a 15-08-2012
Estrutura do evento
DIA
10-08-2012 (QUARTA – FEIRA)
21:00 – Abertura
do evento cultural “Dias da Lua 2012”
21:15 –
Realização da peça de teatro “A Vizinha
do lado ” pelo Grupo de Teatro Amador
Aldeia Verde de Lazarim – Lamego, no auditório do Laboratório de teatro
“Guardiões da Lua”.
DIA
11-08-2012 (SORTELHA)
9:30 – 12:00 e 14:30 – 19:00 – ateliers e workshops variados (*)
14:30 – Tertúlia sobre o tema “Costumes e
tradições”.
21:15 – Espectáculo
de animação Teatro-Circo “GATO SAPATO”
DIA
12-08-2012 (QUARTA-FEIRA /SORTELHA)
9:00 - Passeio pedestre – Saída
da Quarta-Feira (concentração na escultura de pedra “Fases da lua” à entrada da
aldeia) com chegada à serra de S. Cornélio. Almoço com os participantes no cimo
da serra de S. Cornélio.
DIA
12-08-2012 (SORTELHA)
14:30 – 19:00 – Ateliers e workshops variados (*)
21:15 –
Realização da peça de teatro “Os filhos
do vento e da lua” pelo grupo
de teatro “Guardiões da Lua”.
DIA
13-08-2012 (QUARTA-FEIRA)
9:30 – 12:00 e 14:30 – 19:00 – Ateliers
e workshops variados (*)
21:15 – Passeio
noturno pela aldeia e serão ao luar.
DIA
14-08-2012 (QUARTA-FEIRA)
9:30 – 12:00 e 14:30 – 19:00 – Ateliers
e workshops variados (*)
19:00 – Actuação
do rancho folclórico de Sortelha
20:00 – Jantar convívio para todos os
participantes e habitantes da aldeia
21:15 – Espectáculo
musical com grupo “Velha Gaiteira”.
9:30 – 12:00 – Ateliers e workshops variados (*)
14:00 – Paintball e tiro com arco (**)
(*) – Pintura, escultura, artes plásticas, pinturas faciais,
lançamento de fogo, entre outros. Participação
gratuita.
(**) – Inscrições até às 12h do
próprio dia, 10€ por jogador (100 bolas), limite de inscrições a 48 participantes
(apoio empresa Radical Lince, Lda – radicalince@gmail.com).
Contactos:
Rui Marques: 963173981
João Reis: 271388562
Susana João: 968658809
LOGOS
SINOPSES
SINOPSE DO
ESPECTÁCULO “A vizinha do lado”:
O professor de moral
Plácido Mesquita vem a Lisboa visitar o seu sobrinho Eduardo para o resgatar de
uma vida condenável de maus vícios e encontra-o dividido entre a paixão pela
sua vizinha do lado, a jovem Mariana, e a relação amorosa que mantém com Isabel
Moreira, artista de variedades arrojada e muito determinada. O vizinho Saraiva
e o porteiro Jerónimo contribuem para a confusão que se instala no prédio e
contagia o professor, que vê o objectivo da sua viagem ser radicalmente
alterado.
SINOPSE DO
ESPECTÁCULO “Gato Sapato”:
Duas personagens inspiradas no universo cigano do
leste, chegam e deambulam no espaço. Interagem com o público tentando vender
artigos do mercado negro (relógios, telemóveis, cd's pirata, roupa
contrafeita...). Viajam pelo teatro, música, acrobacia, clown, malabarismo com facas e
manipulação de fogo. Um espectáculo muito interactivo, animado e completo.
SINOPSE DO ESPECTÁCULO "Os filhos do vento
e da lua"
Uma
família itinerante de ciganos chega a uma aldeia onde monta o acampamento para
descontentamento dos habitantes locais. Apesar da má fama que têm e da
rejeição, eles só querem sobreviver. Pedem esmola, fazem trabalhos em verga e
também se vão apropriando, aqui e além do alheio, o que lhes traz problemas com
os guardas Birra e Ramiro.
Entretanto a sonhadora filha Cármen, prometida ao
cigano Rafael, quer deixar a vida de cigana e renega a sua raça fugindo com um
rapaz, Henrique, filho do guarda Ramiro. Cármen é assim sujeita à severidade da
guardiã dos costumes e tradições da raça cigana. No entanto esta situação trás
para o presente histórias do passado até então desconhecidas.
SINOPSE DO
ESPECTÁCULO “Velha Gaiteira”
Velha Gaiteira nasceu no Paúl com o intuito de
divulgar a gaita de fole transmontana e as percussões tradicionais da Beira
Baixa. É um projecto de raiz tradicional cujo repertório serve como homenagem a
todas as velhas gaiteiras que mantêm viva a música enquanto veículo de
comunicação e expressão cultural e identitária. Os seus temas originais partem
deste universo rural e pastoril para um novo caminho desbravado todos os dias
ao som da gaita, da caixa, do bombo, dos adufes, criando um novo estilo já
denominado por Trance Rural Orgânico...
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