Hoje, dia 3 de dezembro de 2013 faleceu o senhor Manuel Pedro. O funeral será amanhã, pelas 15 horas.
Paz à sua alma.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Por cá...é tempo de colher azeitona
Quando à Quarta-Feira o frio chega… já se sabe, o Natal está
à porta e a azeitona também.
A apanha da azeitona é uma tarefa difícil, pois calha sempre
no tempo de baixas temperaturas, uma vez que esta atividade se inicia no final
de novembro e prolonga-se até ao início de janeiro, quando a azeitona está
completamente madura.
O “ouro liquido” da Quarta-Feira é um produto de grande
qualidade, muito procurado e “respeitado” na nossa região, pois muitos são
aqueles que ao longo do ano procuram o azeite da nossa terra.
É um dado comprovado pela ciência que há uma relação do
azeite com a longevidade, prevenindo doenças, aumentando a expetativa de vida e
muitos outros aspetos benéficos, por isso o azeite é como que um remédio
natural que sabe bem e não faz mal.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Lume, castanhas e vinho...
Reza a lenda e a tradição que no dia
de São Martinho, haja lume, castanhas e vinho.
Na Quarta-Feira a tradição também é
assim e o ditado que, pelo São Martinho, manda ir à adega e provar o vinho
também deve ser respeitado, e foi precisamente o respeito desse princípio que
me levou, hoje mesmo, a realizar a experiência que quase todos os
Quartafeirenses conhecem, pois fui ao barrico, pus-lhe uma “relha” e podem acreditar,
foi mesmo ao fundo, mas para tirar todas as dúvidas fui buscar um pedaço de
cortiça e não é que ficou no cimo… de seguida tirei uma jarrinha de barro cheia
de vinho e com umas castanhas assadas cheguei à conclusão que a pinga está
mesmo boa.
Se o São Martinho a provasse, de certeza que
ia gostar deste néctar da Quarta-Feira que tem óptimo paladar, seja ao almoço,
à merenda ou ao jantar…
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A cegonha gosta mesmo da Quarta-Feira...voltou cá e...
A cegonha voltou cá e voltou a trazer uma menina... Desta vez trouxe a menina Alice, filha de Rui Marques e de Luísa Neves, neta de Messias Marques e Joaquina Cunha, de Adelino Neves e Guiomar, bisneta de Felismino e Delfina Cunha, José e Germina Marques, de Maximino e Ildefonsa Neves. Parabéns aos pais, avós, bisavós e a todos os familiares.
P.S---- Temos que dizer à cegonha que traga também alguns rapazinhos...
P.S---- Temos que dizer à cegonha que traga também alguns rapazinhos...
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Da nosa Quarta-Feira também é assim...
DA MINHA ALDEIA vejo quanto da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
Alberto Caeiro, em "O Guardador
de Rebanhos".
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
Alberto Caeiro, em "O Guardador
de Rebanhos".
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Na Quarta-Feira há gente...que já faz aguardente
Depois das vindimas e da vinhaça nos
barricos vem a tarefa da aguardente que na Quarta-Feira todos sabem como é.
Esta é pois uma actividade verdadeiramente
tradicional que é sempre motivo para um serão à volta da caldeira, como na
Quarta-Feira é chamada a alquitarra. Fazer a aguardente é sempre motivo para um
belo convívio, para relembrar as velhas histórias que ao longo dos tempos foram
acontecendo e fizeram história, para relembrar os antepassados e claro que com
a “cachaça” a correr para o garrafão, sempre se vão comendo umas nozes e uns figos
secos.
Fazer a aguardente é então uma das tradições
Quartafeirenses que sabe bem recordar e se for num dia de chuva, então a
sensação de estar à volta do lume e ouvir a água cair nas telhas é sem dúvida
uma sensação única e sem igual neste nosso Portugal.
Viva a aguardente…a Quarta-Feira e a
sua gente.
domingo, 29 de setembro de 2013
A cegonha está de regresso
Ontem dia 28 de Setembro nasceu a menina Lara, filha de Carla Marques e de Nuno, neta de Messias Marques e Joaquina Cunha, bisneta de Germina e José Marques e de Delfina e Felismino Cunha. Parabéns a toda a família.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
De regresso ao trabalho...mas com o coração na nossa Quarta-Feira
As férias são ótimas para relaxar e fazer o que bem nos apetece às horas
que quisermos mas com o regresso ao trabalho surge a necessidade de adotar um
novo ritmo de vida, reajustar hábitos e reassumir responsabilidades.
Como a resistência à mudança faz parte da condição humana, a transição do
modo férias para o modo trabalho nem sempre é pacífica. Para muitas pessoas
esse momento é sinónimo de stress, ansiedade e até algum caos. Já para não
falar que, na maior parte dos casos, os primeiros dias de trabalho são de
alguma inércia e, consequentemente, menor produtividade.
Quanto a mim também estou de regresso ao trabalho, mas o coração...esse, não sai do lugar...está sempre na Quarta-Feira a sonhar com os encantos desta terra de encantos tamanhos que a cada momento não consigo esquecer.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Entrevista ao Jornal A Guarda " Edição de 29 de Agosto de 2013 "
Sabugal/Quarta-Feira
Jovem professor produz mel “Monte São Cornélio”
O professor do 1.º ciclo do ensino básico Antero Costa, de 35 anos, natural da aldeia de Quarta-Feira, Freguesia de Sortelha, concelho do Sabugal, que se dedica à apicultura nos tempos livres, está a produzir mel e pólen com a marca “Monte São Cornélio”.
Antero Costa, que é professor na zona da Covilhã, ganhou o gosto pela apicultura através do pai e, no ano passado, decidiu apostar a sério na actividade. “Corria o ano de 1977 quando o meu pai, então no início da sua carreira como professor, tomou contacto com a apicultura, quando numa certa manhã se havia pousado um enxame numa árvore próxima da escola onde então leccionava e onde quis o destino, que ali na pacatez daquela aldeia, chamada Azenha, na Freguesia de Sortelha, desenvolvesse a sua actividade profissional ao longo de quase 30 anos. Para mostrar aos alunos como se apanhava um enxame, decidiu então ir comprar uma colmeia, que foi o despertar do interesse pelo mundo das abelhas”. Antero Costa lembra que o tempo foi passando e o pai, ano após ano, “foi apanhando mais dois ou três enxames até que a experiência lhe ensinou que era possível aumentar o efectivo de colmeias até um patamar conciliável com a sua actividade profissional”. “Ao longo dos anos fui então acompanhando esta actividade e quase sem querer adquiri alguns conhecimentos que decidi pôr em prática registando-me como apicultor, tendo neste momento cerca de 200 colmeias com o objectivo de, progressivamente, aumentar este número até onde me for possível conciliar, tal como o meu pai, com a profissão de professor que há cerca de 12 anos tenho vindo a exercer”, disse ao Jornal A Guarda.
Entretanto, “no sentido de expandir um pouco esta actividade e de facilitar a colocação dos produtos no mercado a uma escala mais alargada, licenciei recentemente uma melaria para extracção, acondicionamento e embalamento de mel, pólen e outros produtos apícolas”. “Com o licenciamento da melaria, criei através de um designer profissional, uma imagem e uma marca de nome Monte São Cornélio, que está devidamente autorizada e registada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), de forma a dar uma certa credibilidade a esta marca, associada à aldeia histórica de Sortelha, pois o Monte São Cornélio é o monte mais alto do concelho de Sabugal, situado na freguesia de Sortelha, frente à aldeia de Quarta-Feira”, justifica.
O apicultor garante que produz mel e pólen “de qualidade impar com a garantia de um produto original e de excelência”. “O mel Monte São Cornélio é um mel de óptima qualidade proveniente da flora existente na aldeia de Quarta-Feira e nas imediações da aldeia histórica de Sortelha onde predomina o rosmaninho que confere ao mel um paladar inconfundível de cor clara e cristalina fazendo deste mel um produto de excelência”, destaca.
Antero Costa comercializa frascos de mel com 30, 50, 250 e 500 gramas e de 1 kg e pólen em dosagens de 110 e 220 gramas. Os frascos são de vários tamanhos e podem ser oferecidos “como lembrança de casamento, baptizado, recordação ou simplesmente para trazer no bolso ou na carteira para adoçar o café ou o chá”. Também comercializa caixas em madeira, que podem ser compradas como lembrança, com 3 frascos de 50 gramas de mel ou com 2 frascos de 250 gramas, que “estão a ter bastante aceitação pelos consumidores”.
Os produtos “Monte São Cornélio” podem ser adquiridos nas instalações do apicultor, na Quarta-Feira, ou em alguns espaços da rede de supermercados Intermarché e Minipreço da região, bem como em algumas lojas e mercearias.
No futuro “o grande objectivo será criar uma loja para vendas através da Internet e exportar para o estrangeiro, “principalmente para a França, dado ser um País onde há muita emigração proveniente desta zona”, adiantou.
O professor do 1.º ciclo do ensino básico Antero Costa, de 35 anos, natural da aldeia de Quarta-Feira, Freguesia de Sortelha, concelho do Sabugal, que se dedica à apicultura nos tempos livres, está a produzir mel e pólen com a marca “Monte São Cornélio”.
Antero Costa, que é professor na zona da Covilhã, ganhou o gosto pela apicultura através do pai e, no ano passado, decidiu apostar a sério na actividade. “Corria o ano de 1977 quando o meu pai, então no início da sua carreira como professor, tomou contacto com a apicultura, quando numa certa manhã se havia pousado um enxame numa árvore próxima da escola onde então leccionava e onde quis o destino, que ali na pacatez daquela aldeia, chamada Azenha, na Freguesia de Sortelha, desenvolvesse a sua actividade profissional ao longo de quase 30 anos. Para mostrar aos alunos como se apanhava um enxame, decidiu então ir comprar uma colmeia, que foi o despertar do interesse pelo mundo das abelhas”. Antero Costa lembra que o tempo foi passando e o pai, ano após ano, “foi apanhando mais dois ou três enxames até que a experiência lhe ensinou que era possível aumentar o efectivo de colmeias até um patamar conciliável com a sua actividade profissional”. “Ao longo dos anos fui então acompanhando esta actividade e quase sem querer adquiri alguns conhecimentos que decidi pôr em prática registando-me como apicultor, tendo neste momento cerca de 200 colmeias com o objectivo de, progressivamente, aumentar este número até onde me for possível conciliar, tal como o meu pai, com a profissão de professor que há cerca de 12 anos tenho vindo a exercer”, disse ao Jornal A Guarda.
Entretanto, “no sentido de expandir um pouco esta actividade e de facilitar a colocação dos produtos no mercado a uma escala mais alargada, licenciei recentemente uma melaria para extracção, acondicionamento e embalamento de mel, pólen e outros produtos apícolas”. “Com o licenciamento da melaria, criei através de um designer profissional, uma imagem e uma marca de nome Monte São Cornélio, que está devidamente autorizada e registada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), de forma a dar uma certa credibilidade a esta marca, associada à aldeia histórica de Sortelha, pois o Monte São Cornélio é o monte mais alto do concelho de Sabugal, situado na freguesia de Sortelha, frente à aldeia de Quarta-Feira”, justifica.
O apicultor garante que produz mel e pólen “de qualidade impar com a garantia de um produto original e de excelência”. “O mel Monte São Cornélio é um mel de óptima qualidade proveniente da flora existente na aldeia de Quarta-Feira e nas imediações da aldeia histórica de Sortelha onde predomina o rosmaninho que confere ao mel um paladar inconfundível de cor clara e cristalina fazendo deste mel um produto de excelência”, destaca.
Antero Costa comercializa frascos de mel com 30, 50, 250 e 500 gramas e de 1 kg e pólen em dosagens de 110 e 220 gramas. Os frascos são de vários tamanhos e podem ser oferecidos “como lembrança de casamento, baptizado, recordação ou simplesmente para trazer no bolso ou na carteira para adoçar o café ou o chá”. Também comercializa caixas em madeira, que podem ser compradas como lembrança, com 3 frascos de 50 gramas de mel ou com 2 frascos de 250 gramas, que “estão a ter bastante aceitação pelos consumidores”.
Os produtos “Monte São Cornélio” podem ser adquiridos nas instalações do apicultor, na Quarta-Feira, ou em alguns espaços da rede de supermercados Intermarché e Minipreço da região, bem como em algumas lojas e mercearias.
No futuro “o grande objectivo será criar uma loja para vendas através da Internet e exportar para o estrangeiro, “principalmente para a França, dado ser um País onde há muita emigração proveniente desta zona”, adiantou.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Visite o Bolg Mel Monte São Cornélio ( O Mel da Nossa Aldeia )
Para ver o Blog Mel Monte São Cornélio clik no link: http://melmontesaocornelio.blogspot.pt
Seja para consumo próprio ou para oferecer a um amigo como lembrança da Quarta-Feira, os produtos Monte São Cornélio são sempre uma boa opção.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Novos mordomos para a festa de 2016
Pedro João
Firmino Gonçalves
Antero Costa ( não o conheço )
Paula Gonçalves
Firmino Gonçalves
Antero Costa ( não o conheço )
Paula Gonçalves
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
No dia 4 de agosto realizou-se mais um jantar convívio entre o povo da Quarta-Feira. Foi mais um momento de confraternização e de reencontro. A organização esteve a cargo do grupo de teatro Guaridões da Lua. O povo juntou-se e foi um momento anti crise, esperemos que no próximo ano haja mais do mesmo porque os Quartafeirenses já estão habituados a estes mimos que são bem salutares e como diz o artista " Toda a Malta Gosta".
Quando chega o Verão... que lindos são os casamentos na Quarta-Feira!!!!
No passado sábado 3 de Agosto, casaram na capela da nossa Quarta-Feira, Liliana Pires e Bruno Matias, ela filha de Carlos António Pires e de Águeda Lourenço Pires, neta de António Maria e Germina Maria Pires e ele é natural de Maçal da Ribeira, concelho de Trancoso.
Foi uma cerimónia bonita e bem organizada, só faltaram mesmo os rebuçados como manda a tradição Quartafeirense.
Parabéns ao jovem casal e muitos anos de vida.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Subscrever:
Mensagens (Atom)






