terça-feira, 7 de janeiro de 2014
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Um Feliz 2014 a todos os Quartafeirenses
A Nova Zelândia foi dos primeiros países a receber o ano novo
com grandes celebrações, euforias tamanhas e com enormes fogos de artifício
que iluminam os céus do mundo.
À Quarta-Feira o novo ano também já chegou, embora de forma
mais modesta, pois aqui não há fogos de artifício ou eventos magníficos, mas
há, isso sim, um grande espírito de aldeia e de família em que pequenos gestos
como um aperto de mão, umas palmadinhas nas costas, um sorriso e outros têm uma
enorme carga afetiva e que, provavelmente, transmitem uma sensação de alegria e
de bem estar maior que qualquer algazarra vivida em qualquer outra parte do
mundo.
O ano velho despediu-se… foi mais um ciclo que se encerrou,
esperemos que 2014 seja para os Quartafeirenses um ano de renovada energia
positiva, de esperança, de paz, saúde, sucesso e tudo o que um Quartafeirense
precisa para se sentir à maneira nesta nossa Quarta-Feira.
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Quarta-Feira...Aldeia Minha
Na minha aldeia sinto-me tão acolhido e integrado,
Que às vezes faltam-me olhos críticos e isentos.
A ela, por vezes, não estou suficientemente atento.
Se viajo, outras seguram o meu olhar curioso,
Predisposto a delas gostar.
Há quase sempre a intenção de voltar.
Mas é à minha aldeia que quero sempre regressar,
Bem dizendo o meu lugar no mundo,
Aquele que reconheço como pátria
E me reconhece como filho.
A minha aldeia não é apenas um espaço físico,
Mas um conjunto de sentimentos, modos de ser, posturas,
Que definem a sua essência.
A Quarta-Feira é a aldeia do meu coração
Seja no inverno ou no verão
Por vezes não posso cá estar
Mas antes de “abalar”
Só penso no momento
Em que posso regressar
Faleceu a Srª Inês Gonçalves
Faleceu a Srª Inês Gonçalves, filha de Manuel José e de Joaquina Batista.
Paz à sua alma.
Paz à sua alma.
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
O Natal está a chegar "à Quarta-Feira"
O Natal aproxima-se e começa a azáfama das compras e dos
preparativos para que tudo esteja como manda a tradição e para que nada falte
na comemoração daquela que é a festa da família.
Quando falamos em Natal, o que nos vem à ideia é todo um
conjunto de tarefas típicas desta festa, desde a ceia de Natal, o ornamentar da
casa com o presépio e com luzinhas para lhe dar um ar de festa, a troca de
prendas, principalmente quando há crianças , pois é no Natal que estas recebem
algumas coisas que no fundo, são os seus sonhos.
Em tempos que já lá vão dizia-se às crianças que era o Menino
Jesus que trazia as prendas, hoje com a laicização da sociedade, esse papel
cabe mais ao Pai Natal que desce pela chaminé.
O Natal é também a época do reencontro e do fortalecer dos
laços familiares, pois é nesta linha que a Igreja tem procurado que os cristãos
vivam o verdadeiro espírito de família.
O Natal é bonito em qualquer lugar, mas na nossa
Quarta-Feira, ao calor da lareira, é mesmo uma festa à maneira.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Lições de vida
*Não se pode pressionar os filhos nesta coisa das profissões!...*
Quando o Nélinho era pequenino, queria ser bailarino e os seus pais
desencorajaram-no, porque era coisa de paneleiros.
Logo depois, o Nelinho quis ser cabeleireiro, mas os seus pais não deixaram
porque era coisa de paneleiros.
Passado algum tempo quis ser estilista, mas os seus pais não permitiram
porque era coisa de paneleiros.
Agora o Nélinho cresceu, é paneleiro e não sabe fazer nada...
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Faleceu o senhor Manuel Pedro
Hoje, dia 3 de dezembro de 2013 faleceu o senhor Manuel Pedro. O funeral será amanhã, pelas 15 horas.
Paz à sua alma.
Paz à sua alma.
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Por cá...é tempo de colher azeitona
Quando à Quarta-Feira o frio chega… já se sabe, o Natal está
à porta e a azeitona também.
A apanha da azeitona é uma tarefa difícil, pois calha sempre
no tempo de baixas temperaturas, uma vez que esta atividade se inicia no final
de novembro e prolonga-se até ao início de janeiro, quando a azeitona está
completamente madura.
O “ouro liquido” da Quarta-Feira é um produto de grande
qualidade, muito procurado e “respeitado” na nossa região, pois muitos são
aqueles que ao longo do ano procuram o azeite da nossa terra.
É um dado comprovado pela ciência que há uma relação do
azeite com a longevidade, prevenindo doenças, aumentando a expetativa de vida e
muitos outros aspetos benéficos, por isso o azeite é como que um remédio
natural que sabe bem e não faz mal.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Lume, castanhas e vinho...
Reza a lenda e a tradição que no dia
de São Martinho, haja lume, castanhas e vinho.
Na Quarta-Feira a tradição também é
assim e o ditado que, pelo São Martinho, manda ir à adega e provar o vinho
também deve ser respeitado, e foi precisamente o respeito desse princípio que
me levou, hoje mesmo, a realizar a experiência que quase todos os
Quartafeirenses conhecem, pois fui ao barrico, pus-lhe uma “relha” e podem acreditar,
foi mesmo ao fundo, mas para tirar todas as dúvidas fui buscar um pedaço de
cortiça e não é que ficou no cimo… de seguida tirei uma jarrinha de barro cheia
de vinho e com umas castanhas assadas cheguei à conclusão que a pinga está
mesmo boa.
Se o São Martinho a provasse, de certeza que
ia gostar deste néctar da Quarta-Feira que tem óptimo paladar, seja ao almoço,
à merenda ou ao jantar…
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
sábado, 2 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
A cegonha gosta mesmo da Quarta-Feira...voltou cá e...
A cegonha voltou cá e voltou a trazer uma menina... Desta vez trouxe a menina Alice, filha de Rui Marques e de Luísa Neves, neta de Messias Marques e Joaquina Cunha, de Adelino Neves e Guiomar, bisneta de Felismino e Delfina Cunha, José e Germina Marques, de Maximino e Ildefonsa Neves. Parabéns aos pais, avós, bisavós e a todos os familiares.
P.S---- Temos que dizer à cegonha que traga também alguns rapazinhos...
P.S---- Temos que dizer à cegonha que traga também alguns rapazinhos...
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Da nosa Quarta-Feira também é assim...
DA MINHA ALDEIA vejo quanto da terra se pode ver no Universo....
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
Alberto Caeiro, em "O Guardador
de Rebanhos".
Por isso a minha aldeia é grande como outra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a única riqueza é ver.
Alberto Caeiro, em "O Guardador
de Rebanhos".
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Na Quarta-Feira há gente...que já faz aguardente
Depois das vindimas e da vinhaça nos
barricos vem a tarefa da aguardente que na Quarta-Feira todos sabem como é.
Esta é pois uma actividade verdadeiramente
tradicional que é sempre motivo para um serão à volta da caldeira, como na
Quarta-Feira é chamada a alquitarra. Fazer a aguardente é sempre motivo para um
belo convívio, para relembrar as velhas histórias que ao longo dos tempos foram
acontecendo e fizeram história, para relembrar os antepassados e claro que com
a “cachaça” a correr para o garrafão, sempre se vão comendo umas nozes e uns figos
secos.
Fazer a aguardente é então uma das tradições
Quartafeirenses que sabe bem recordar e se for num dia de chuva, então a
sensação de estar à volta do lume e ouvir a água cair nas telhas é sem dúvida
uma sensação única e sem igual neste nosso Portugal.
Viva a aguardente…a Quarta-Feira e a
sua gente.
domingo, 29 de setembro de 2013
A cegonha está de regresso
Ontem dia 28 de Setembro nasceu a menina Lara, filha de Carla Marques e de Nuno, neta de Messias Marques e Joaquina Cunha, bisneta de Germina e José Marques e de Delfina e Felismino Cunha. Parabéns a toda a família.
terça-feira, 24 de setembro de 2013
De regresso ao trabalho...mas com o coração na nossa Quarta-Feira
As férias são ótimas para relaxar e fazer o que bem nos apetece às horas
que quisermos mas com o regresso ao trabalho surge a necessidade de adotar um
novo ritmo de vida, reajustar hábitos e reassumir responsabilidades.
Como a resistência à mudança faz parte da condição humana, a transição do
modo férias para o modo trabalho nem sempre é pacífica. Para muitas pessoas
esse momento é sinónimo de stress, ansiedade e até algum caos. Já para não
falar que, na maior parte dos casos, os primeiros dias de trabalho são de
alguma inércia e, consequentemente, menor produtividade.
Quanto a mim também estou de regresso ao trabalho, mas o coração...esse, não sai do lugar...está sempre na Quarta-Feira a sonhar com os encantos desta terra de encantos tamanhos que a cada momento não consigo esquecer.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Entrevista ao Jornal A Guarda " Edição de 29 de Agosto de 2013 "
Sabugal/Quarta-Feira
Jovem professor produz mel “Monte São Cornélio”
O professor do 1.º ciclo do ensino básico Antero Costa, de 35 anos, natural da aldeia de Quarta-Feira, Freguesia de Sortelha, concelho do Sabugal, que se dedica à apicultura nos tempos livres, está a produzir mel e pólen com a marca “Monte São Cornélio”.
Antero Costa, que é professor na zona da Covilhã, ganhou o gosto pela apicultura através do pai e, no ano passado, decidiu apostar a sério na actividade. “Corria o ano de 1977 quando o meu pai, então no início da sua carreira como professor, tomou contacto com a apicultura, quando numa certa manhã se havia pousado um enxame numa árvore próxima da escola onde então leccionava e onde quis o destino, que ali na pacatez daquela aldeia, chamada Azenha, na Freguesia de Sortelha, desenvolvesse a sua actividade profissional ao longo de quase 30 anos. Para mostrar aos alunos como se apanhava um enxame, decidiu então ir comprar uma colmeia, que foi o despertar do interesse pelo mundo das abelhas”. Antero Costa lembra que o tempo foi passando e o pai, ano após ano, “foi apanhando mais dois ou três enxames até que a experiência lhe ensinou que era possível aumentar o efectivo de colmeias até um patamar conciliável com a sua actividade profissional”. “Ao longo dos anos fui então acompanhando esta actividade e quase sem querer adquiri alguns conhecimentos que decidi pôr em prática registando-me como apicultor, tendo neste momento cerca de 200 colmeias com o objectivo de, progressivamente, aumentar este número até onde me for possível conciliar, tal como o meu pai, com a profissão de professor que há cerca de 12 anos tenho vindo a exercer”, disse ao Jornal A Guarda.
Entretanto, “no sentido de expandir um pouco esta actividade e de facilitar a colocação dos produtos no mercado a uma escala mais alargada, licenciei recentemente uma melaria para extracção, acondicionamento e embalamento de mel, pólen e outros produtos apícolas”. “Com o licenciamento da melaria, criei através de um designer profissional, uma imagem e uma marca de nome Monte São Cornélio, que está devidamente autorizada e registada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), de forma a dar uma certa credibilidade a esta marca, associada à aldeia histórica de Sortelha, pois o Monte São Cornélio é o monte mais alto do concelho de Sabugal, situado na freguesia de Sortelha, frente à aldeia de Quarta-Feira”, justifica.
O apicultor garante que produz mel e pólen “de qualidade impar com a garantia de um produto original e de excelência”. “O mel Monte São Cornélio é um mel de óptima qualidade proveniente da flora existente na aldeia de Quarta-Feira e nas imediações da aldeia histórica de Sortelha onde predomina o rosmaninho que confere ao mel um paladar inconfundível de cor clara e cristalina fazendo deste mel um produto de excelência”, destaca.
Antero Costa comercializa frascos de mel com 30, 50, 250 e 500 gramas e de 1 kg e pólen em dosagens de 110 e 220 gramas. Os frascos são de vários tamanhos e podem ser oferecidos “como lembrança de casamento, baptizado, recordação ou simplesmente para trazer no bolso ou na carteira para adoçar o café ou o chá”. Também comercializa caixas em madeira, que podem ser compradas como lembrança, com 3 frascos de 50 gramas de mel ou com 2 frascos de 250 gramas, que “estão a ter bastante aceitação pelos consumidores”.
Os produtos “Monte São Cornélio” podem ser adquiridos nas instalações do apicultor, na Quarta-Feira, ou em alguns espaços da rede de supermercados Intermarché e Minipreço da região, bem como em algumas lojas e mercearias.
No futuro “o grande objectivo será criar uma loja para vendas através da Internet e exportar para o estrangeiro, “principalmente para a França, dado ser um País onde há muita emigração proveniente desta zona”, adiantou.
O professor do 1.º ciclo do ensino básico Antero Costa, de 35 anos, natural da aldeia de Quarta-Feira, Freguesia de Sortelha, concelho do Sabugal, que se dedica à apicultura nos tempos livres, está a produzir mel e pólen com a marca “Monte São Cornélio”.
Antero Costa, que é professor na zona da Covilhã, ganhou o gosto pela apicultura através do pai e, no ano passado, decidiu apostar a sério na actividade. “Corria o ano de 1977 quando o meu pai, então no início da sua carreira como professor, tomou contacto com a apicultura, quando numa certa manhã se havia pousado um enxame numa árvore próxima da escola onde então leccionava e onde quis o destino, que ali na pacatez daquela aldeia, chamada Azenha, na Freguesia de Sortelha, desenvolvesse a sua actividade profissional ao longo de quase 30 anos. Para mostrar aos alunos como se apanhava um enxame, decidiu então ir comprar uma colmeia, que foi o despertar do interesse pelo mundo das abelhas”. Antero Costa lembra que o tempo foi passando e o pai, ano após ano, “foi apanhando mais dois ou três enxames até que a experiência lhe ensinou que era possível aumentar o efectivo de colmeias até um patamar conciliável com a sua actividade profissional”. “Ao longo dos anos fui então acompanhando esta actividade e quase sem querer adquiri alguns conhecimentos que decidi pôr em prática registando-me como apicultor, tendo neste momento cerca de 200 colmeias com o objectivo de, progressivamente, aumentar este número até onde me for possível conciliar, tal como o meu pai, com a profissão de professor que há cerca de 12 anos tenho vindo a exercer”, disse ao Jornal A Guarda.
Entretanto, “no sentido de expandir um pouco esta actividade e de facilitar a colocação dos produtos no mercado a uma escala mais alargada, licenciei recentemente uma melaria para extracção, acondicionamento e embalamento de mel, pólen e outros produtos apícolas”. “Com o licenciamento da melaria, criei através de um designer profissional, uma imagem e uma marca de nome Monte São Cornélio, que está devidamente autorizada e registada no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), de forma a dar uma certa credibilidade a esta marca, associada à aldeia histórica de Sortelha, pois o Monte São Cornélio é o monte mais alto do concelho de Sabugal, situado na freguesia de Sortelha, frente à aldeia de Quarta-Feira”, justifica.
O apicultor garante que produz mel e pólen “de qualidade impar com a garantia de um produto original e de excelência”. “O mel Monte São Cornélio é um mel de óptima qualidade proveniente da flora existente na aldeia de Quarta-Feira e nas imediações da aldeia histórica de Sortelha onde predomina o rosmaninho que confere ao mel um paladar inconfundível de cor clara e cristalina fazendo deste mel um produto de excelência”, destaca.
Antero Costa comercializa frascos de mel com 30, 50, 250 e 500 gramas e de 1 kg e pólen em dosagens de 110 e 220 gramas. Os frascos são de vários tamanhos e podem ser oferecidos “como lembrança de casamento, baptizado, recordação ou simplesmente para trazer no bolso ou na carteira para adoçar o café ou o chá”. Também comercializa caixas em madeira, que podem ser compradas como lembrança, com 3 frascos de 50 gramas de mel ou com 2 frascos de 250 gramas, que “estão a ter bastante aceitação pelos consumidores”.
Os produtos “Monte São Cornélio” podem ser adquiridos nas instalações do apicultor, na Quarta-Feira, ou em alguns espaços da rede de supermercados Intermarché e Minipreço da região, bem como em algumas lojas e mercearias.
No futuro “o grande objectivo será criar uma loja para vendas através da Internet e exportar para o estrangeiro, “principalmente para a França, dado ser um País onde há muita emigração proveniente desta zona”, adiantou.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
Visite o Bolg Mel Monte São Cornélio ( O Mel da Nossa Aldeia )
Para ver o Blog Mel Monte São Cornélio clik no link: http://melmontesaocornelio.blogspot.pt
Seja para consumo próprio ou para oferecer a um amigo como lembrança da Quarta-Feira, os produtos Monte São Cornélio são sempre uma boa opção.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Novos mordomos para a festa de 2016
Pedro João
Firmino Gonçalves
Antero Costa ( não o conheço )
Paula Gonçalves
Firmino Gonçalves
Antero Costa ( não o conheço )
Paula Gonçalves
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